Mary Poppins por 10 dias

Uma amiga de infância, daquelas que são como irmã, veio ao Brasil com o filho visitar a família e amigos, eles moram na Alemanha. A situção era a seguinte: ela tem que trabalhar e precisava que alguém olhasse o pequeno durante algumas horas por dia.

Já é sabido que não estou trabalhando no momento e ela perguntou se eu não topava a empreitada. Como eu adoro crianças e uma graninha extra é sempre bem-vinda, topei a aventura com o maior prazer.

Decidi mergulhar de cabeça na experiência, então fui pesquisar sobre a famosa fase do Terrible Two, já que o pequeno está prestes a completar dois anos, e dicas em gerais sobre crianças.

O que posso dizer é que, sim, tem seus momentos “difíceis”. O Jan, por exemplo, faz birra quando é contrariado, fica mau humorado com fome ou sono, não gosta de lavar a cabeça e e nem de trocar a fralda. Ou seja, uma criança completamente normal.

O que eu tento fazer é ter paciência, ele está aprendendo entender as próprias emoções e não sabe muito bem como se expressar, então procuro entender o que ele está querendo me dizern e agir de maneira coerente. Se é birra, eu espero ele se acalmar um pouco, me sento do lado dele e quando a coisa diminui trago a atenção dele pra mim e converso sobre o que está acontecendo.

É claro que isso não é mágica, ela vai fazer de novo, não tenho dúvidas. Mas não quer dizer que não estou tendo sucesso, muito pelo contrário, o processo é gradual e se você tiver paciência vai perceber as mudanças.

Assim comecei a estabelecer uma relação de confiança, pois toda vez que eu falar algo, ele vai saber que é verdade, que tudo vai ficar bem e que existem outras formas de mostrar o que ele está sentindo.

Outra coisa: quando ele está com fome ou sono nem adianta exigir muito, o ranso é certo, então providencie o descanso merecido ou um lanchinho entre as refeições para manter as coisas a seu favor.

Mas o que mais me preocupava é que não tenho filhos, então não sabia muito bem como agir, foi aí que tive um insight e adotei a estratégia “O que a Mary Poppins faria?”.

Parece insanidade, eu sei, mas o que eu pensei foi como a Mary Poppins sempre tentava tornar a coisas divertidas e respeitar as crianças como indivíduo. Não é porque o Jan é apenas uma criança que não deva ser ouvido e respeitado.

E, também, educar e impor limites não precisa significar ser rígido, duro e ditatorial necessariamente. Podemos tentar tornar tudo mais divertido, assim a criança vai gostar daquilo e não vai fazer só porque foi mandada. Se ele estiver se divertindo, eu também estarei, e assim todos ganham.

Convido todos vocês a embarcarem nessa experiência comigo e descobrir quais serão as próximas peripécias do encantador Jan, esse terrible two que tem uma gargalhada contagiante, é cheio de consquinha e gosta de dormir agarradinho na gente fazendo com que falte coragem de colocar na cama.

Beijos!

Até a próxima!

Gostou? CURTA e COMPARTILHE com seus amigos!

Tem sugestôes? Deixe nos COMENTÁRIOS ou mande uma MENSAGEM!

Lembre-se de SEGUIR o blog para ficar por dentro das novidades!

 

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

WordPress.com.

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: