Felicidade no Trabalho: uma estratégia de sucesso

Gentch!

Recentemente vi uma reportagem com o Márcio Fernandes, a entrevista até nem é muito nova, mas é GE-NI-AL!

O cara simplesmente tem como premissa a criação de uma relação de afetividade entre empresa e colaboradores. Ele afirma que não se consegue engajamento comprando a permanência das pessoas, mas sinto fazendo com que sintam-se felizes e queiram ficar. E como se ainda não fosse bom o bastante o cara me fala assim: 

“A gente precisa entender que respeitar uma pessoa não é só falar baixo com ela ou falar de maneira adequada — isso é não cometer assédio moral.”

Ele defende que os gestores devem se preocupar com a felicidade de sua equipe, pois é importante saber se ele está bem ou se algum problema em casa, por exemplo, e, partir disso avaliar se existe alguma forma de a organização ajudar a pessoa a passar por um momento conturbado, mesmo que eu sua vida pessoal. Segundo ele, “isso gera um processo de engajamento e credibilidade que transcende a relação de trabalho.”

Outro ponto importantíssimo, ao meu ver, é que, pra ele, os gestores não apenas devem se preocupar com a felicidade de sua equipe, mas também se interessar em conhecê-los, mas de verdade, saber sobre seus interesses e objetivos, para elevar ainda mais sua perfomance.

Claro que isso só é possível se os gestores estabelecerem uma rotina de conversa com sua equipe, para tornar isso possível, a organização dimensiona as equipe de forma que esses diálogos sejam possíveis, demonstrando que se importa em ouvir o que as pessoas tem a dizer.

Até aí tudo lindo, mas e gestor que faça isso tudo, existe mesmo? Eles preparam os caras pra isso! Os gestores são vistos como facilitadores e são medidos pelo desenvolvimento das pessoas. Uma salva de palmas meus caros!

E ele ainda samba na nossa cara dizendo que é possível ser feliz em momentos de crise, sim, basta criar movimento estimulando o protagonismo e a autonomia, e abrir-se a nova ideias, fazendo com todos sintam-se motivados a contribuir de alguma forma.

Daí quando a gente começa a pensar que o cara comeu uns cogumelos e está vivendo uma utopia ele coloca os dois pezinhos no chão a afirma que momentos negativos sempre virão, mas que é essencial que se mantenha uma conexão de propósitos, proporcionando, assim, mais momentos felizes.

E para se ter essa conexão é preciso convergir os própositos pessoais das pessoas para seus propósitos de trabalho. 

Essa parte tocou meu coração de uma forma, porque tem tudo a ver com o meu momento atual, eu realmente resolvi declarar minha paixão pela comunicação e ver no que vai dar, estou focada nisso, tenho estudado e pesquisado diariamente e não me canso.

Paralelamente a isso, estou buscando uma recolocação de mercado que me proporcione essa convergência de propósitos.

Só de pensar nisso me brilham os olhos!

Sempre admirei pessoas que são apaixonadas pelo que fazem e pensava comigo mesma se um dia ia me sentir assim com relação a algo e agora é exatamente assim que me sinto: com um propósito.

Talvez a felicidade no trabalho não seja uma estratégia apenas para as empresas, talvez seja uma estratégia para todos nós.

Se você quiser ler mais sobre o assunto, o cara escreveu um livro chamado “Felicidade Dá Lucro”.

Beijos!

Até a próxima!

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Fonte

https://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2016/09/respeitar-uma-pessoa-no-trabalho-nao-e-so-falar-baixo-com-ela.html

 

 

 

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