(Des)Preparados

Dia desses me deparei com um artigo já conhecido da Eliane Brum, onde ela fala sobre essa nova geração de adolescentes, que vem chegando agora à fase adulta, e sua falta de preparo para lidar com as frustrações.

Concordo com o que ela fala, vou além, e te digo: nenhum de nós está.

Achamos que sabemos lidar com as adversidades da vida, quando, na verdade, as empurramos goela abaixo e digerimos de qualquer jeito. Ao invés de aprendermos com nossos erros, pegamos nosso chicote da autopunição e começamos a nos martirizar imeditamente. Ou pior, simplesmente decidimos apagar da nossa memória.

Em ambos os casos, estamos prejudicando a nós mesmos e criando barreiras para o nosso desenvolvimento pessoal. Mas não é culpa sua, você foi ensinado a fazer isso, seja pelos seus pais, pela sociedade, pelos amigos à sua volta, não importa.

O que importa é que você pode mudar isso, e o mais incrível é que é só uma questão de escolha. Todos nós já ouvimos falar que apenas 5% do nosso cérebro é consciente, o que instiga a nossa mentalidade a pensar o que seríamos capazes de fazer caso controlássemos os outros 95%. Não é à toa que volta e meia aparece um filme no cinema onde alguém toma alguma super droga e consegue essa façanha.

E se eu te disser que isso é possível, sim, e não precisa de nenhuma droga, basta treinamento? O nosso cérebro é como se fosse um programa instalado na nossa mente, então, se o sofwtare atual não está satisfatório, troque-o. Treine seu cérebro para que ele trabalhe a seu favor. É tudo questão de prática, quanto mais você fizer, mais fácil fica.

Portanto, se você errou, não fique se culpando. Convoque o sábio que há dentro de você – e, sim, todos nós temos esse sábio dentro de nós – e pense no que você aprendeu e como pode fazer diferente da próxima vez. Entenda qual foi a sua intenção positiva com isso e a mantenha com você, apenas encontre a maneira adequada de fazê-la.

Dessa forma, você estará realmente aprendendo com o que aconteceu e conseguirá seguir em frente numa boa, sem traumas que venham a te impedir de agir em uma próxima situação. Ao se autopunir, você faz com que o seu inconsciente entenda que aquela intenção positiva não é boa, fazendo com que você não a tenha mais e, junto com ela, você perde parte das suas capacidades.

Vou contar pra vocês uma historinha que aconteceu comigo essa semana: cheguei em casa e estava conversando sobre a minha aula com o namors enquanto ele tomava banho. Quando fui alcançar a toalha pra ele se secar espatifei o celular dele no chão e trincou toda a tela.

Naquele momento eu quis morrer, então saí do banheiro, vim pra sala e pensei no que havia acontecido e me perguntei, qual era a minha intenção positiva naquele momento?

Ser gentil e alcançar a toalha pra ele.

Ok. Ser gentil é uma coisa boa, eu devo continuar sendo gentil com as pessoas. Então, o que eu precisava fazer diferente?

Eu estava muito eufórica sobre a aula que havia tido aquela noite e não prestei atenção no que estava fazendo.

Ou seja, preciso gerenciar a minha euforia. Da próxima vez eu estarei totalmente presente naquilo que estou fazendo, para não repetir esse erro.

Feito esse momento de reflexão conversei com o namors a respeito de tudo que havia pensado e perguntei se ele tinha algo a acrescentar. Mas fiz isso porque eu realmente queria saber se ele tinha alguma outra percepção que pudesse me ajudar a aprender ainda mais com o ocorrido.

Ele disse que concordava com o que eu havia dito. E que ele também tinha aprendido algo com a situação: na intenção positiva de ser acolhedor, ele não colocou a toalha em cima do vaso sanitário para que eu pudesse sentar ali enquanto conversávamos.

Entretanto, não deveria ter colocado o celular em cima da toalha. Então, da próxima vez que ele for receptivo, precisa pensar em todo o resto também, para não acabar sendo receptivo a qualquer custo e acabar cometendo o mesmo erro.

Depois disso, tivemos uma noite agradabilíssima, sem ninguém sofrer com a tela trincada do celular.

Eu sei que parece uma daquelas histórias de casal perfeito. Muito pelo contrário. Temos nossas diferenças e cometemos nossos erros, porém, ao empregarmos nossas emções no que está errado, reforçamos isso dentro do nosso inconsciente.

E nem sempre fomos assim, essa é uma mudança bem recente no nosso relacionamento. Tudo graças à PNL, que nada tem à ver com hipnose ou lavagem cerebral, mas diz respeito, justamente, ao funcionamento do nosso inconsciente e como programá-lo a nosso favor.

Ainda falaremos muito nesse assunto, tendo em vista que me encontrei na Programação Neurolinguística e, saber a potencialização que ela causa nas nossas capacidades, me faz querer passar adiante todo o conhecimento adquirido.

Para que mais pessoas acreditem em si, busquem o autoconhecimento e sejam verdadeiramente felizes.

Mas, para isso, comece com um pequeno passo: pratique o ato de aprender consigo mesma.

Beijos

Até a próxima

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