Qual a sua Crença?

Nesse artigo, ao tratarmos sobre crenças, não estaremos nos referindo à religião, mas às nossas crenças internas sobre nós mesmos. Elas são verdades que assumimos sobre nossa identidade e habilidades. Por exemplo, quando alguém diz “eu sou muito veloz” essa pessoa tem uma crença possibilitadora com relação a sua agilidade.

Não quer dizer que, por ser uma crença, que essa pessoa não seja rápida, e sim que ela acredita no seu potencial, permitindo-se desenvolver-se e, consequentemente, apresentar o comportamento que confirma a crença.

Na prática, suas crenças são o porque você faz o que faz e da forma que você pensa e se posiciona, a sua ética, por isso é tão poderosa. Gosto de trazer alguns exemplos de crenças populares que acabam refletindo no comportamento da nossa sociedade como um todo:

  • Santo de casa não faz milagre.
  • Se melhorar, estraga.
  • Em casa de ferreiro, o espeto é de pau.
  • Quando a esmola é demais, o Santo desconfia.
  • É muito bom para ser verdade.

Essas são crenças limitantes, ou seja, que nos impedem de agir ou evoluir. É como quando alguém tem uma crença tão forte de incapacidade de aprender que, na sala de aula, não consegue entender uma palavra do que o professor disse. Essa crença é tão absoluta que o cérebro já assumiu que ele não vai aprender.

Crenças possibilitadoras, pelo contrário, são aquelas que nos impulsionam a agir e seguir em frente, sempre em busca de resultados melhores. Uma pessoa com a crença de facilidade de aprendizagem, consequentemente, terá muito mais tranquilidade em assimilar os conteúdos.

Uma crença limitante comum é a falta de merecimento. Muitos de nós crescemos ouvindo a frase “não fez mais que a sua obrigação”. Geralmente, quem nos falou isso exercia um papel de autoridade sobre nós, um pai, mãe ou professor, por exemplo. Veja bem, essas pessoas tinham uma intenção positiva, não entre no mérito de quem é culpado, assuma o controle da sua vida. 

É por isso que muitas pessoas tem o sentimento de que, não importa o que façam, “nunca” é o suficiente. Um exemplo clássico é quando elogiamos a roupa de alguém e a pessoa responde que foi bem baratinha. Ou seja, para que ela possa se sentir merecedora, ela precisa diminuir a sua conquista. Aprenda a aceitar elogios e agradecer, você vai ver como essa pequena mudança já fará diferença.

A ressignificação de crenças é, portanto, fundamental para que possamos impulsionar nosso autodesenvolvimento e aprimorar nossas capacidades, fazendo com que possamos mudar nossos comportamentos e viver novas experiências. Aqui vão algumas dicas:

Encontre a Exceção

Lembre-se de momentos em que a sua crença não se mostrou verdadeira. Utilizando a crença limitadora em relação a aprendizagem, pense em todos os momentos que você foi capaz de aprender alguma coisa e liste-os no papel, pelo menos 10 exemplo. Você com certeza aprendeu a andar, comer, falar, escrever, ler e, só aí, já temos 5 exceções.

Você pode citar, também, outras pessoas que não tem essa crença limitadora e, por isso, alcançam resultados positivos. Elas são suas inspirações, modele-se nelas para que também possa ter resultados positivos.

Se dê um Crédito

Veja a situação de forma neutra. Ainda no exemplo da aprendizagem, se você conhecesse alguém que em algum momento, teve ausência de facilidade em aprender algo, errou, porém continuiu persistindo, o que pensaria sobre ela? Talvez você ache que ela é uma pessoa determinada, persistente ou dedicada não é mesmo? Pois bem, essa pessoa é você. Perceba que ao analisar dessa forma, você é muito menos duro consigo mesmo.

Desenvolva-se

Suas crenças limitantes podem estar relacionadas a sua falta de habilidade. Portanto, esteja sempre em busca do desenvolvimento e fortalecimento de suas capacidades.

Você já fez isso Antes

Todos nós, em algum momento, já mudamos uma crença. Talvez algo que você tinha certeza que não seria capaz e conseguiu realizar, como uma criança que aprende a andar de bicicleta sem o auxílio das rodinhas, no mundo dela, isso pode parecer impossível e, ao superar esse desafio, se instala uma nova crença, dessa vez possibilitadora. 

Crença Possibilitadora

Como já vimos antes, as crenças são os nossos porquês. Portanto, não podemos simplesmente eliminar uma crença limitante e deixar um vazio, a tendência será retornar ao estado anterior. É preciso substituir uma crença limitante por outra possibilitadora.

Por exemplo: a pessoa que tinha uma crença limitante em relação a aprendizagem reflete sobre todas as exceções, percebe seus valores e capacidades por trás de seus comportamentos, e percebe que sim, ela é capaz de aprender, apenas está buscando se sentir segura. Então ela instaura uma crença possibilitadora de que, quanto mais ela estudar, mais irá aprender e, consequentemente, se sentir mais segura em relação às sua capacidades.

As crenças operam juntamente com os valores para dar significado e motivação às nossas ações, dando suporte a nossa identidade. Por isso é importante que você sempre perceba qual o valor por trás de uma crença, ou seja, como você quer se sentir (sempre de forma positiva) ao ter determinado comportamento. Por exemplo: você pode estar buscando segurança, conforto, aceitação, confiança e assim por diante.

Mudar crenças pessoais exige prática, autoconhecimento e dedicação. Mude suas referências e parâmetros de comparação, para de olhar para seus erros e valorize mais os seus acertos.

Eu acredito em cada um de vocês!

Beijos!

Até a próxima!

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