Corrente do Bem

Há um bom tempo atrás, quando eu ainda estava no colégio, assisti ao filme “Corrente do Bem” que, no início, só chamou a minha atenção porque o ator principal era o mesmo menino de “O Sexto Sentido”.

O que eu não esperava é que a história desse filme ia me acompanhar pelo resto da minha vida. De forma resumida (alerta de spoiler), o filme fala de um menino que recebe de um professor a tarefa de pensar em uma ideia para tornar o mundo um lugar melhor e, em seguida, colocá-la em prática.

Então, o menino fica pensando o que ele, uma criança, poderia fazer para mudar o mundo. É quando ele tem uma ideia genial: se cada um de nós ajudar três pessoas, e essas três pessoas, ajudarem outras três, e assim por diante, teríamos uma rede poderosa de solidariedade.

Isso é um retrato da vida real. Nem sempre conseguimos realizar grandes feitos, mas a soma dos pequenos é igualmente poderosa. Todos nós temos o poder de mudar a vida de alguém, nem que seja com um sorriso.

Com todos os últimos acontecimentos, mais um incrível oportunidade apareceu, começar a minha própria corrente do bem. Ao realizar o Xtreme Leader, no início desse ano, percebi o quanto as pessoas merece ter essa experiência transformadora em suas vidas.

A minha transformação serviu de inspiração para que outras pessoas procurassem o mesmo para a sua vida. Primeiro foi o namors, e, logo em seguida, a minha mãe. Poder proporcionar isso para pessoas tão especiais foi extremamente gratificante, e só por isso já valeu a pena.

Foi então que eu percebi que meu ato tinha tido muito mais impacto do que eu imaginava, outras duas pessoas da família, meu padrasto e uma tia, irão participar das próximas duas edições.

Dessa vez, foi a transformação da minha mãe que os motivou a tomar essa decisão. E eu percebi que, mesmo sem a intenção direta, a corrente do bem havia iniciado. Eu apenas queria que as pessoas ao meu redor vivessem a mesma felicidade que eu, e consegui.

É como no filme: a gente faz para uma pessoa, que faz para outra, e outra, até que começamos a viver essa transformação no mundo. O que eu quero dizer aqui é que, nem sempre, o retorno vem de onde esperamos. Entretanto, tudo que damos ao mundo, mais cedo ou mais tarde, retorna pra gente.

Hoje eu já penso em montar um fundo colaborativo para proporcionar o treinamento para outras pessoas, uma rede colaborativa ainda mais poderosa. Porque essa é uma semente que deve ser plantada diariamente, se quisermos colher bons frutos para o nosso futuro.

Sejamos a mudança que queremos no mundo.

Eu acredito em cada um de vocês!

Beijos!

Até a próxima!

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